Sobre mim

Minha trajetória!

Sou Caroline Paiva, enfermeira graduada em 2009 e mestre em enfermagem em 2014 por duas escolas de elite no Brasil. Depois que meu filho de 5 anos foi diagnosticado com diabetes tipo 1, estudei avidamente sobre a doença e consegui controlar seu nível de açúcar no sangue para evitar complicações futuras. Agora, estou ansioso para aplicar meu conhecimento e experiência para ajudar outras pessoas com diabetes a controlar esta doença.

Antes de me mudar para os Estados Unidos em 2015, era enfermeira neonatal na UTIN de um Hospital terciário de referência nacional no Brasil. Meu trabalho era cuidar de recém-nascidos com condições de alto risco, administrar medicamentos, iniciar e manter linhas intravenosas, nutrição parenteral, gerenciar ventiladores e educar os pais sobre o tratamento. Gostei muito do trabalho, mas ansiava por fortalecer minha formação acadêmica e decidi fazer mestrado em enfermagem na Universidade de São Paulo (USP). Como mestranda, aprendi a desenvolver um olhar crítico para analisar estudos científicos e a usar evidências científicas para melhorar o atendimento ao paciente.

Depois que tive meu filho e me mudei para os Estados Unidos, dediquei-me a cuidar dele, enquanto solicitava minha licença de RN. No entanto, minha vida mudou quando meu filho foi diagnosticado com diabetes tipo 1.

Ver meu filho com uma doença crônica tão devastadora me colocou no lugar de um pai de um de meus pacientes. Mesmo assim, estava determinada a aplicar toda a minha experiência e conhecimento para pesquisar sobre a doença e cuidar do meu filho, como faria com um paciente. Li muito sobre diabetes e elaborei um protocolo adaptado à situação do meu filho. Ao introduzir em nossa família uma dieta saudável e contagem de carboidratos e uma rotina de monitoramento de glicose, consegui reduzir a quantidade de insulina necessária para controlar seus níveis de açúcar no sangue de maneira segura e previsível. Como resultado, melhorei a HbA1C do meu filho de 10,9%, quando ele foi diagnosticado, para 4,7%, em um período de 3 meses. Depois desta experiência com o meu filho, tenho a certeza que, através da educação sobre a diabetes, todas as crianças podem atingir níveis normais de HbA1C e evitar a maioria dos problemas graves que esta doença traz.

É por isso que estou confiante de que, com minha abordagem baseada em fatos, combinada com minha experiência no atendimento de pacientes de alto risco e meu sucesso no controle do diabetes do meu filho, eu seria capaz de ajudar mais crianças com diabetes a ter um vida com excelente controle de açúcar no sangue.

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Dr. Bernstein
“Tudo o que sua mente pode conceber e acreditar, ela pode alcançar."
Napoleon Hill, 1937

Dr. Bernstein foi diagnosticado com diabetes tipo 1 aos 12 anos em 1946. Naquela época, a glicemia era checada na urina e as injeções de insulina eram feitas com agulhas e seringas de vidro esterilizadas em água quente. Em seu livro, "Dr Bernstein’s Diabetes Solution", ele conta sua história com o diabetes e as complicações adquiridas por conta do descontrole da doença. A dieta prescrita para DM1 (Diabetes Mellitus Tipo 1) naquela épica era de baixa em gorduras e rica em carboidratos.

Engenheiro de formação, Dr. Bernstein teve acesso ao primeiro modelo de glicosímetro, que foi comprado pela sua esposa médica pelo equivalente a $5 mil dólares de hoje. Com a utilização do aparelho, ele rapidamente descobriu que a única diferença entre uma pessoa sem e com o diabetes era o açúcar elevado no sangue e que a hiperglicemia, causa de todas as complicações, tinha que ser evitada.

Assim, ele concluiu: “se pessoas com diabetes conseguirem ter glicemias com o mesmo valor de pessoas sem diabetes, as complicações poderão ser prevenidas e, possivelmente, revertidas”.

Porém, por não ser profissional de saúde, nenhuma revista aceitou seus achados. Assim, aos 45 anos, foi estudar medicina com o objetivo de ganhar atenção da comunidade científica e conseguir publicar suas descobertas. Em 1983, finalmente tornou-se médico e pode, desde então, ajudar inúmeras pessoas com diabetes a obterem glicêmicas normais de pessoas sem diabetes.

Aos 86 anos, por meio de uma alimentação de muito baixo carboidrato, ele apresenta resultados glicêmicos de pessoas sem diabetes. Ele continua cheio de energia, atendendo seus pacientes e praticando atividade de alta intensidade (HIIT) três vezes na semana. Com a dieta baixa em carboidratos, ele reverteu todas as complicações do diabetes, inclusive sua doença renal.

Dr. Bernstein descobriu que os níveis normais de açúcar no sangue de pessoas sem diabetes permanecem consistentes em torno de 83 mg / dL ou 4,6 mmol / L. Esse é o nível de açúcar no sangue desejado para pessoas com diabetes que seguem seu protocolo. A vida do Dr. Bernstein é a prova de que é possível ter saúde e níveis normais de glicemia com diabetes.

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